Fim de ano sempre foi uma época que usei para refletir um pouco sobre tudo que se passa em minha vida. Esse ano que está terminando agora foi, em especial, um resumo fiel de minha vida até hoje. Seus altos e baixos se juntaram de forma a me transformar nessa pessoa que está, neste exato momento, escrevendo este texto. Se essa pessoa é melhor ou pior do que a que eu esperava ser, é um exercício que vou deixar para a imaginação do leitor.
Nesse ano abri mão de algumas coisas que considerava primordiais a minha felicidade. Descobri coisas que me fizeram feliz de forma inesperada. Perdi contato com amigos incríveis e adquiri outros amigos pelo menos tão incríveis como.
Vivi como creio nunca ter vivido em toda minha história. Tomei decisões que mudaram o rumo de minha vida e, ao menos até o momento, decisões que se mostraram acertadas. Amei. Fui amado. Sorri. Chorei. Cresci.
No fim das contas, a verdade é que todas as mudanças, mesmo as mais esperadas, tem sua própria melancolia. Para mudar precisamos deixar para trás uma parte de nós mesmos. Nós precisamos morrer uma vida antes de podermos iniciar outra.
De qualquer forma, e mais do que nunca, "after changes we are more or less the same".
Nesse ano abri mão de algumas coisas que considerava primordiais a minha felicidade. Descobri coisas que me fizeram feliz de forma inesperada. Perdi contato com amigos incríveis e adquiri outros amigos pelo menos tão incríveis como.
Vivi como creio nunca ter vivido em toda minha história. Tomei decisões que mudaram o rumo de minha vida e, ao menos até o momento, decisões que se mostraram acertadas. Amei. Fui amado. Sorri. Chorei. Cresci.
No fim das contas, a verdade é que todas as mudanças, mesmo as mais esperadas, tem sua própria melancolia. Para mudar precisamos deixar para trás uma parte de nós mesmos. Nós precisamos morrer uma vida antes de podermos iniciar outra.
De qualquer forma, e mais do que nunca, "after changes we are more or less the same".